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segunda-feira, 3 de junho de 2019


- Alvalade, Portugália, Pomar


do OBS, com remissão para o Vídeo do [...]

quarta-feira, 29 de maio de 2019

...café manhoso» («Entrei em Londres num...) - Ana Luísa Amaral

LUGARES COMUNS

Entrei em Londres
num café manhoso (não é só entre nós
que há cafés manhosos, os ingleses também
e eles até tiveram mais coisas, agora
é só a Escócia e um pouco da Irlanda e aquelas
ilhotazitas, mas adiante)

Entrei em Londres 
num café manhoso, pior ainda que um nosso bar
de praia [...]


Ana Luísa Amaral, poema de Coisas de partir, 1993 - relido das pp. 109-111, de Inversos - poesia 1990 - 2010, após ter sido ouvido na voz da autora

na Entrevista a Raquel Marinho da Série  «O poema ensina a Cair»- RECORTE:
- A poesia serve para quê?

A poesia de facto não serve para nada, não tem uma aplicação prática. Com a poesia não se faz uma mesa, não se constrói uma casa. Mas ela é absolutamente fundamental, porque, como toda a arte, assiste-lhe não o pragmatismo, mas o simbólico, e nós, humanos, precisamos do simbólico, que passa sempre pela nossa relação com os outros. Precisamos dele como precisamos de comer ou de dormir. Porque é sua a dimensão estética, mesmo quando fala do horror ou da crueldade. A poesia, tal como eu a concebo, faz-nos, acredito, melhores pessoas, porque nos move (podendo fazer-nos agir) – e nos comove.

segunda-feira, 15 de abril de 2019

«O idioma do Café» - J. L. Barreto Guimarães


[é um três (recentes) livros de poesia que veio, para a Zmab, com a lista das 12 Narr.s; também viajou diariamente, entre o GLH e a E. do Paraíso, para leituras dispersas, face à sua amplitude...; 
- o que se transcreve é o último de uma pequena série seleccionada, sobre o MOtivo do Café

20 de Junho

PRIMEIRAS HORAS da manhã. Um Café está sempre à espera, as palavras demoram-se e conversam sobre a mesa, usando o espaço do ar para tocar na fala de outros, contribuindo para criar pelo cruzamento de sílabas, palavras hermafroditas de sentido fragmentário, o idioma do Café.
O burburinho gerado fala uma língua própria, somente inteligível pelo empregado de mesa. Vejo-o serpentear pela sala num jogo de decifração, escutando na mesa da frente a resposta à pergunta lançada na mesa anterior, descodificando murmúrios, traços de inconfidências, irreveláveis segredos.
A moeda sob o recibo vai comprar o seu silêncio.
                                                            
Porto, Café Corcel, 1994-1995
[sublinhados acrescentados]

João Luís Barreto Guimarães, O tempo avança por sílabas, Quetzal, 2019, p. 41 (de Lugares comuns, 2000)

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

«Petiscos e Ginjinha» («PAA» de M. J.)

- M. J. pertenceu a um 1.º Bloco de 0910; foi a fase dos CONT., mas também, depois, a (da) estreia de «Metade» do Novo Paraíso (passaram 7 anos e...)
- muito bem «acompanhada» por sensíveis M. + P., que será feito dela?
- (re)localizada a sua «PAA», DOCUM., de 2012;  Tascas... e  COM. TRAD.:



terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

«tudo desligado» (Cafés «free wi-fi»)

Outra zona do café [Kibbitznest, em Chicago]
 também repleta de livros e sofás


Cafés livres da [praga da] «REDE»:

«tudo desligado para promover o diálogo»

Curta notícia do OBS, de hoje

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Cafés (as histórias dos...)

Café Santa Cruz, Coimbra - DIOGO BAPTISTA
Fotografia de um dos 23 «cafés históricos» - Livro e Roteiro - referenciados em artigo do Público

DAQUI